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Janine Niépce

Janine Niépce foi uma das primeiras foto- jornalistas da França. Começando sua carreira em 1946, ela viajou pela França registrando as mudanças na cultura francesa e o contraste entre a vida no campo, nas cidades e na capital. Em 1963, ela começou a fotografar ao redor do mundo , incluindo o Japão , Camboja , Índia, EUA e Canadá.
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Iggy Pop por Esther Friedman

Em fevereiro do ano passado, Esther Friedman, ex-namorada de Iggy Pop, deu uma entrevista exclusiva ao jornal alemão Die Zeit Na entrevista, Friedman revela que conheceu Iggy quando ele vivia com David Bowie na Berlim Ocidental, período em que Bowie produziu dois dos discos mais notáveis de Iggy: The idiot e Lust for Life.  Durante o tempo que passaram juntos (1976 – 1982), Friedman fotografou Iggy Pop de férias, turnê, em hotéis e na própria Alemanha. Ela também é autora da foto de capa do álbum Zombie Birdhouse, feita durante um período de férias no Haiti em 1981.

Friedman também conta a origem de um dos maiores sucessos de Iggy, The Passenger; e que ele é tímido e bastante diferente fora dos palcos, sendo chamado de ” Jim ” por parentes e amigos próximos, apelido vindo de James Osterberg , o verdadeiro nome de Iggy .

Fotos: Zeit Online. Informações e trechos da entrevista (em inglês): Dangerous Minds.
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Jessica Lange, a fotógrafa

“I find photography a most mysterious process—capturing that moment in time and space, elusive and fleeting, and crystallizing it. You have made a photograph. It is its own thing now. To me, that is thrilling.”
—Jessica Lange

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Sim, Jessica Lange além de linda e maravilhosa, é autora de livro infantil e fotógrafa. Seu Livro, 50 Photographs, está a venda na Amazon. Mais fotos aqui. E a história de como ela se tornou fotógrafa aqui.

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Martine Franck e Henri Cartier-Bresson

Martine Franck e Henri Cartier-Bresson viveram juntos até a morte de Bresson, em 2004. Durante todo esse tempo, os dois adoravam fotografar um ao outro em momentos íntimos, fosse em casa ou viajando. Aliás, Martine é a mulher por trás de uma das imagens mais conhecidas tiradas por Bresson, As pernas de Martine (a primeira logo abaixo). Graças a esses retratos, podemos ter uma ideia de como era a vida e o relacionamento de dois dos mais talentosos fotógrafos do século XX, que apesar de raramente discutirem fotografia, com certeza se entendiam quando estavam com uma câmera na mão.

As pernas de Marttine, 1967

As pernas de Martine, 1967

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Toska

Toska é uma palavra russa quase intraduzível (como saudade no português). Segundo o escritor Vladimir Nabokov, toska é “uma sensação de angústia espiritual, geralmente sem nenhuma causa aparente. Em níveis menos mórbidos,  é uma dor maçante da alma, um desejo sem nada a almejar, uma consumição doentia, uma inquietação vaga, espasmos mentais, ansiedade. Em determinados casos pode ser o desejo de alguém por algo específico, nostalgia, paixão”.

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Toska, por Lisa Sorgini, via digibicks.

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Uta Barth

O trabalho da fotógrafa Uta Barth explora a diferença em como nossos olhos percebem as coisas e como a câmera as capta. As fotos de Uta não são sobre um objeto fotografado, mas como esse objeto é visto. O resultado dessa forma não convencional de fotografar são imagens simples e abstratas, que captam nossa visão para detalhes que quase nunca percebemos.
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Diane Arbus

Diane Arbus é conhecida como a fotógrafa dos freaks (esquisitos), apesar do título não ter agradado a ela. Arbus ficou conhecida assim por fotografar anões, gigantes, transgêneros, nudistas e artistas de circo, ou seja, pessoas não consideradas “normais”  ou “comuns” pelos padrões da sociedade.

Diane Arbus começou a fotografar ao abrir uma agência de fotografia com o marido, Allan Arbus. Juntos, eles encontraram sucesso no ramo da moda, com fotografias que apareceram em revistas como Vogue. Na década de 1950, ela começou a se concentrar em sua própria fotografia, passando a registrar os habitantes de Nova Iorque.

Em meados da década de 1960, Diane Arbus tornou-se uma fotógrafa bem estabelecida, participando de mostras no Museu de Arte Moderna de Nova York, entre outros lugares. Era, também, amiga dos fotógrafos Richard Avedon e Walker Evans.

Em 1971 Diane Arbus cometeu suicídio. Sua vida virou filme em 2006, Fur (A pele), tendo Nicole Kidman no papel de Diane.

Diane teve duas filhas com o marido Allan: Doon, que se tornou escritora, e Amy Arbus, que se tornou fotógrafa como os pais.

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