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Watts em 1966

Quando em 11 de agosto de 1965, Marquette Frye, um jovem afro-americano,  foi parado por um policial que o acusava de dirigir embriagado, uma revolta tomou conta das ruas de Watts, distrito de Los Angeles. O policial, Lee Minikus, abordou Frye e passou um rádio para que o seu carro fosse apreendido. O irmão de Marquette, Ronald, que estava no carro, caminhou até sua casa nas proximidades, trazendo sua mãe de volta com ele. Policiais de apoio chegaram e tentaram prender Frye usando força física para dominá-lo. À medida que a situação se intensificava, uma multidão de moradores locais se aglomerava para observar a situação,  passando a gritar e a arremessar objetos nos policiais. A mãe e o irmão de Frye lutaram com os oficiais e foram presos junto com Marquette. Após a prisão dos Frye, a multidão continuou a crescer. A polícia foi para o local tentar controlar a situação, mas foram atacados novamente. Naquela noite, 29 pessoas foram presas. 584x680xwatts.jpg.pagespeed.ic.XUDPlLpPoS

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A vida nas grandes cidades pelo fotógrafo Nguan

O fotógrafo singapurense Nguan registra estranhos em meio a multidão das grandes cidades. Suas fotos em tons pastel mostram momentos diários e interações em espaços públicos ou nas ruas mais congestionadas do mundo, descrevendo pessoas absortas em seus próprios pensamentos e atividades que muitas vezes transmitem a sensação de isolamento.

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Camilo José Vergara

Camilo José Vergara (nascido em 1944) é um fotógrafo, escritor e documentarista chileno que vive e trabalha em Nova York.
Começando na década de 1970, Vergara documenta bairros violentos e decadentes de Nova Iorque de 1970 a 1973. Também aplica a técnica de refotografia a uma série de cidades americanas, fotografando os mesmos edifícios e bairros a partir do mesmo ponto de vista em intervalos regulares para capturar as alterações ocorridas ao longo do tempo. Sua formação em sociologia com especialização em urbanismo proporcionou a Vergara um olhar diferenciado ao fotografar habitações e (des)urbanização em Chicago, South Bronx , New Jersey, Detroit, Michigan, entre outras cidades americanas.

Por sua documentação fotográfica de favelas americanas e ambientes urbanos decadentes, foi comparado a Jacob Riis. Em 10 de julho de 2013 Vergara recebeu a National Humanities Medal do presidente Barack Obama em uma cerimônia na Casa Branca.

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Diane Arbus

Diane Arbus é conhecida como a fotógrafa dos freaks (esquisitos), apesar do título não ter agradado a ela. Arbus ficou conhecida assim por fotografar anões, gigantes, transgêneros, nudistas e artistas de circo, ou seja, pessoas não consideradas “normais”  ou “comuns” pelos padrões da sociedade.

Diane Arbus começou a fotografar ao abrir uma agência de fotografia com o marido, Allan Arbus. Juntos, eles encontraram sucesso no ramo da moda, com fotografias que apareceram em revistas como Vogue. Na década de 1950, ela começou a se concentrar em sua própria fotografia, passando a registrar os habitantes de Nova Iorque.

Em meados da década de 1960, Diane Arbus tornou-se uma fotógrafa bem estabelecida, participando de mostras no Museu de Arte Moderna de Nova York, entre outros lugares. Era, também, amiga dos fotógrafos Richard Avedon e Walker Evans.

Em 1971 Diane Arbus cometeu suicídio. Sua vida virou filme em 2006, Fur (A pele), tendo Nicole Kidman no papel de Diane.

Diane teve duas filhas com o marido Allan: Doon, que se tornou escritora, e Amy Arbus, que se tornou fotógrafa como os pais.

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Jamel Shabazz

Nascido e criado no Brooklyn, Jamel Shabazz  vem documentando a vida de afro-americanos em Nova Iorque durante mais de 30 anos. Shabazz começou a fotografar aos 15 anos, quando adquiriu sua primeira câmera, e de lá pra cá tem fotografado pessoas e lugares inspirado pelo trabalho dos fotógrafos James Van Der Zee, Gordon Parks, Robert Capa, Chester Higgins e Eli Reed. Shabazz também é escritor e está envolvido em projetos educacionais que visam aproximar jovens da arte, ensinando a jovens a conexão existente entre fotografia, história e comunidade.

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Scott Schuman entrevista Steve McCurry

Scott Schuman, o fotógrafo por trás do The Sartorialist, entrevistou o renomado fotógrafo da Magnum, Steve McCurry (que aliás, é uma das inspirações de Schuman, como dito no início da entrevista). McCurry conta que Cartier-Bresson é uma de suas influências no universo da fotografia, e que gostaria que seu trabalho fosse visto como uma documentação das mudanças pelas quais o mundo tem passado. A quarta parte da entrevista poderá ser vista no The Sartorialist amanhã. (sem legenda)