Nikon apresenta Grizzler, o primeiro cachorro fotógrafo

A Nikon acaba de apresentar ao mundo sua mais recente invenção: um aparelho que tira fotos toda vez que as batidas do coração do usuário aceleram. Para mostrar como o aparelho funciona, a Nikon equipou um cachorro com uma câmera que, acoplada ao aparelho, tirava fotos toda vez que o cachorro visse algo que o animava. O resultado você confere no vídeo abaixo. Mais informações em Heartography.

Como encontrar seu caminho no processo criativo

“Ninguém diz isso às pessoas que estão começando – e eu realmente gostaria que alguém tivesse dito isso para mim – é que todos nós que fazemos um trabalho criativo … nós fazemos isso porque temos bom gosto. Mas é como se houvesse uma lacuna, que durante os primeiros dois anos que você está fazendo coisas, o que você está fazendo não é tão bom, OK? Não é lá grande coisa. Realmente não é grande coisa.  Está tentando ser bom, tem ambição de ser bom, mas não é assim tão bom. Mas seu gosto – a coisa que fez você entrar no jogo – o seu gosto ainda é assassino, e seu gosto é bom o suficiente para que você possa dizer que o que você está fazendo é uma espécie de decepção para você, você sabe o que quero dizer?
Muita gente nunca passou dessa fase. Um monte de gente nessa fase, elas desistem. E a coisa que eu gostaria de dizer à você com todo o meu coração é que quase todo mundo que eu conheço que faz  um trabalho criativo interessante, eles passaram por uma fase de anos em que tiveram muito bom gosto e eles poderiam dizer que o que eles estavam fazendo não era tão bom como eles queriam que fosse – eles sabiam que faltava alguma coisa, não tinha algo de especial que nós gostaríamos que tivesse.
E a coisa que gostaria de dizer a você é que todo mundo passa por isso. E que para você passar por isso, se você está passando por isso agora, se você está apenas saindo dessa fase – você tem que saber que é totalmente normal.
E a coisa mais importante que você pode fazer é trabalhar bastante – fazer um enorme volume de trabalho. Ponha-se em um prazo para que todas as semanas ou todos os meses você saiba que irá terminar uma história. Porque só fazendo muito trabalho que você irá fechar essa lacuna. E o trabalho que você está fazendo vai ser tão bom quanto suas ambições. Demora um pouco, vai levar um tempo – é normal demorar um pouco. Você só tem que encontrar seu caminho através disso, ok?” – Ira Glass

Os fotógrafos favoritos de Henri Cartier-Bresson

Para a exposição inaugural da Fundação Henri Cartier-Bresson em 2003, o pai do fotojornalismo optou por apresentar as obras de fotógrafos que lhe comoveram e que se destacaram ao longo da história da fotografia. A exposição, chamada de “A escolha da HCB” exibiu 90 fotos de fotógrafos como Walker Evans e Seydou Keita.

bresson
Eu escolhi essas imagens que me estimulam, me encantam ou me comovem. Fotógrafos envolvidos, poetas ou simples observadores talentosos, a lista é longa e vai demorar várias edições para apresentar todos eles! – Henri Cartier Bresson 15 de fevereiro de 2003

Fazem parte da longa lista de fotógrafos admirados por Bresson: Abbas, Berenice Abbott, Manuel Alvarez-Bravo, Eugène Atget, Dmitri Baltermants, Gianni Berengo Gardin, Ian Berry, Werner Bischof, Anton Blomberg, Edouard Boubat, Bill Brandt, Brassai, René Burri, Agustin V. Casasola, Martin Chambi, Edward S. Curtis, Bruce Davidson, Carl de Keyzer, Raymond Depardon, Robert Doisneau, Elliott Erwitt, Walker Evans, Louis Faurer, Leonard Freed, Robert Frank, Lee Friedlander, Cristina Garcìa Rodero, Mario Giacomelli, Henri Godefroy, Ernst Haas, Lewis Hine, Wu Jialin, Philip Jones Griffiths, Yevgeny Khaldei, Seydou Keita, André Kertész, Chris Killip, Josef Koudelka, Dorothea Lange, Sergio Larrain, Jaques-Henri Lartigue, Helen Levitt, Guy Le Querrec, Markéta Luskacová, Man Ray, André Martin, Don McCullin, Susan Meiselas, Gjon Mili, Wayne Miller, Lisette Model, Inge Morath, Sarah Moon, Martin Munkacsi, Gilles Peress, Anders Petersen, Raghu Rai, Tony Ray Jones, Marc Riboud, Jacob Riis, George Rodger, Aleksandr Rodchenko, Yuri Rost, Willy Ronis, Sebastião Salgado, August Sander, Pentti Sammallahti, Ferdinando Scianna, Gotthard Schuh, David Seymour “Chim”, Aaron Siskind, Alfred Stieglitz, Louis Stettner, Paul Strand, Maurice Tabard, Ricard Terré, Larry Towell, Umbo, Michel Vanden Eeckhoudt, Virxilio Vieitez, Roman Vishniak, Weegee, Garry Winogrand, Francesco Zizola.

(via Fondation Henri Cartier-Bresson)

 

A carta que Patti Smith escreveu para Robert Mapplethorpe

Nos dias que precederam a morte do fotógrafo Robert Mapplethorpe, Patti Smith escreveu à ele a seguinte carta:

Querido Robert,

Frequentemente fico acordada imaginando se você também está acordado. Você sente dor ou se sente sozinho? Você me tirou do período mais escuro da minha jovem vida, compartilhando comigo o sagrado mistério do que é ser um artista. Eu aprendi a ver através de você e nunca compus uma linha ou desenhei uma curva que não tenha vindo do conhecimento derivado do precioso tempo que passamos juntos. Seu trabalho, vindo de uma fonte fluida, pode ser rastreado à canção nua de sua juventude. Você então me falou de segurar nas mãos de Deus. Lembre-se, em tudo, você sempre segurou aquela mão, segure-a firme, Robert, e não solte ela jamais.

A outra tarde, quando você adormeceu no meu ombro, eu adormeci também. Mas antes disso, ocorreu-me contemplar todas as suas coisas e seu trabalho e passando por anos de trabalho na minha mente, de todo o seu trabalho, você ainda é o seu trabalho mais bonito. A obra mais bela de todas.

O arquivo de fotografias das tatuagens de criminosos russos

De 1989 a 1993, fotógrafo russo Sergei Vasiliev fotografou centenas de detentos em prisões e penitenciárias em várias localidades russas (Chelyabinsk, Nizhny Tagil, Perm e São Petersburgo). Esses prisioneiros usavam tatuagens como uma forma de comunicação, em que cada desenho possuía um significado específico insinuando seu passado criminal. As tatuagens, encontradas sobre todo o corpo dos indivíduos fotografados, muitas vezes utilizando símbolos religiosos, eram uma forma de revelar dentro da prisão a vida criminosa de cada um deles, e deixar que os outros prisioneiros soubessem com quem eles estavam lidando. (via Fuel Design)

Este preso foi condenado por crimes relacionados com a droga. "Gott mit uns ':' Deus conosco 'foi um grito de guerra, tanto do império russo e do Terceiro Reich. A Cruz de Ferro nazista expressa "Eu não me importo com ninguém '. Este símbolo de agressão e insubordinação é muitas vezes tatuada no peito como se pendurado em uma corrente. O arame farpado na testa indica que o portador 'nunca vai ser corrigido ".
Este preso foi condenado por crimes relacionados com drogas. “Gott mit uns”: ‘Deus conosco’ foi um grito de guerra do império russo e do Terceiro Reich. A Cruz de Ferro nazista expressa “Eu não me importo com ninguém”. Este símbolo é muitas vezes tatuado no peito como se estivesse pendurado em uma corrente. O arame farpado na testa indica que o portador “nunca vai ser corrigido “.

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This place is like somebody’s memory of a town

Uma das coisas mais incríveis da primeira temporada de True Detective (saudades), eram as locações de filmagem da série. As paisagens da Louisiana eram um dos elementos principais da história macabra criada por Nic Pizzolatto e estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson.

E é justamente de True Detective que eu lembrei quando vi as fotos abaixo tiradas por Cody Cobb de algumas regiões dos estados americanos da Louisiana, Texas e Arkansas. As fotos foram tiradas em 2011 e fazem parte da série South.

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The Full Body Project: fotografias por Leonard Nimoy celebram as variadas formas do corpo feminino

Muitos conhecem o trabalho de Leonard Nimoy, que faleceu na última quinta-feira (27/02), como o Spock de Star Treck. O que poucas pessoas sabem, é que Nimoy também era um talentoso fotógrafo. Em 2007, Nimoy publicou o livro The Full Body Project, que retrata mulheres do grupo burlesco The Fat-Bottom Revue nuas e totalmente à vontade com seus corpos.Leonard-NimoyLeia mais »