Nicola Angelo Mangia

Em algumas regiões da África são comuns comunidades rurais que vivem de forma harmoniosa com a natureza e longe de aparatos industriais. Essas comunidades, que surgem como resposta às muitas adversidades como pobreza e desigualdade, têm como base o respeito à natureza e ao próximo, convivendo de forma que todos sejam beneficiados, e assim o desenvolvimento seja uma realização conjunta e gradual.

O italiano Nicola Angelo Mangia fotografou a vida nessas comunidades, dando enfase ao retrato de jovens e crianças e as coisas mais preciosas para eles: plantas, animais, jogos e abrigos. As fotos fazem parte da série As we are as we think, na qual Mangia buscou mostrar o elo entre seres-humanos, plantas e animais.
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O arquivo de fotografias das tatuagens de criminosos russos

De 1989 a 1993, fotógrafo russo Sergei Vasiliev fotografou centenas de detentos em prisões e penitenciárias em várias localidades russas (Chelyabinsk, Nizhny Tagil, Perm e São Petersburgo). Esses prisioneiros usavam tatuagens como uma forma de comunicação, em que cada desenho possuía um significado específico insinuando seu passado criminal. As tatuagens, encontradas sobre todo o corpo dos indivíduos fotografados, muitas vezes utilizando símbolos religiosos, eram uma forma de revelar dentro da prisão a vida criminosa de cada um deles, e deixar que os outros prisioneiros soubessem com quem eles estavam lidando. (via Fuel Design)

Este preso foi condenado por crimes relacionados com a droga. "Gott mit uns ':' Deus conosco 'foi um grito de guerra, tanto do império russo e do Terceiro Reich. A Cruz de Ferro nazista expressa "Eu não me importo com ninguém '. Este símbolo de agressão e insubordinação é muitas vezes tatuada no peito como se pendurado em uma corrente. O arame farpado na testa indica que o portador 'nunca vai ser corrigido ".
Este preso foi condenado por crimes relacionados com drogas. “Gott mit uns”: ‘Deus conosco’ foi um grito de guerra do império russo e do Terceiro Reich. A Cruz de Ferro nazista expressa “Eu não me importo com ninguém”. Este símbolo é muitas vezes tatuado no peito como se estivesse pendurado em uma corrente. O arame farpado na testa indica que o portador “nunca vai ser corrigido “.

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Um Diário Russo

capa e steinbeck
Capa e Steinbeck, 1947

“Por fim cheguei a uma conclusão do que poderia fazer na Rússia. Poderia fazer um relato minucioso de uma viagem. Um diário de viagem. Isto é, algo que ainda não foi feito. É o tipo de coisa pela qual as pessoas se interessam. É algo que está ao meu alcance e talvez fizesse bem e poderia ser útil”. (John Steinbeck)

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Fotos nunca antes vistas do protesto na Praça da Paz Celestial

No 4 de junho de 1989, o governo chinês colocou fim aos dois meses de ocupação estudantil da praça central da capital, Pequim, graças a uma violenta intervenção militar, que provocou a morte de mais de 2 mil pessoas e deixou outros milhares de feridos, segundo dados da Cruz Vermelha chinesa. (BBC)

Após 25 anos, o massacre da Praça da Paz Celestial, ainda é tema censurado pelo governo Chinês. O jornalista Terril Yue Jones estava no local durante o protesto e recentemente compartilhou algumas fotos nunca antes vistas desse acontecimento histórico. As fotos podem ser vistas em Viewfinder: 1989 in Tiananmen Times Square36vV6Tm8QrehnxgMG188_19890500.Tiananmen 32 Continue reading “Fotos nunca antes vistas do protesto na Praça da Paz Celestial”

O dia na vida de cosplayers

Cosplayers fotografados em suas casas pelo fotógrafo austríaco Klaus Pichler.

“Quem nunca teve o desejo de ser outra pessoa por um tempo? Vestir-se é uma maneira de criar um alter ego e uma segunda pele na qual o seu comportamento pode ser ajustado. Independentemente dos fatores que motivam alguém a adquirir um traje, o princípio fundamental permanece o mesmo: os passos de civis por trás da máscara e se transformar em outra pessoa. ‘Just the Two of Us’ lida com ambos: os trajes e as pessoas por trás deles “, escreve Klaus em seu site.

Just the two of us, Klaus Pichler, 2013 Continue reading “O dia na vida de cosplayers”

Watts em 1966

Quando em 11 de agosto de 1965, Marquette Frye, um jovem afro-americano,  foi parado por um policial que o acusava de dirigir embriagado, uma revolta tomou conta das ruas de Watts, distrito de Los Angeles. O policial, Lee Minikus, abordou Frye e passou um rádio para que o seu carro fosse apreendido. O irmão de Marquette, Ronald, que estava no carro, caminhou até sua casa nas proximidades, trazendo sua mãe de volta com ele. Policiais de apoio chegaram e tentaram prender Frye usando força física para dominá-lo. À medida que a situação se intensificava, uma multidão de moradores locais se aglomerava para observar a situação,  passando a gritar e a arremessar objetos nos policiais. A mãe e o irmão de Frye lutaram com os oficiais e foram presos junto com Marquette. Após a prisão dos Frye, a multidão continuou a crescer. A polícia foi para o local tentar controlar a situação, mas foram atacados novamente. Naquela noite, 29 pessoas foram presas. 584x680xwatts.jpg.pagespeed.ic.XUDPlLpPoS

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Thomas Billhardt

Hoje me deparei pela primeira vez com o trabalho do fotógrafo Thomas Bilhardt e foi amor a primeira vista. E se você gosta de história e também nunca tinha visto o trabalho dele, vai se apaixonar como eu.

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Guerrilheira vietnamita e correspondente alemão durante a Guerra do Vietnã, 1967

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Retratos mostram crianças afegãs refugiadas no Paquistão

O fotógrafo Muhammed Muheisen fotografou recentemente uma série de retratos de crianças afegãs em uma favela nos arredores de Islamabad (Pasquistão). ” A sua vida difícil fazem eles parecer mais velhos e reagirem como pessoas idosas “, disse Muheisen , “mas sua inocência está ali em seus olhos”. Os meninos e meninas fotografados por Muheisen são apenas alguns dos milhões de refugiados afegãos que vivem no Paquistão.

“Eu queria [ fotografar] eles para mostrar o que eu vejo cada vez que passo por essas favelas “, disse Muheisen . ” Ao retratar cada criança , ao invés de serem chamadas de ‘O menino e a menina afegãs refugiados’, eles serão chamados e lembrado por seus nomes”. (via LightBox).

Gul Bibi Shamra, 3
Gul Bibi Shamra, 3

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